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dark deleuze: pela morte deste mundo

andrew culp

prefácio à edição brasileira

autor: Andrew Culp

prefácio à edição brasileira: Andrew Culp
edição e proj. gráfico: Leonardo Araujo Beserra

tradução: Camila de Moura

preparação: Gustavo Motta

revisão: Lia Urbini

original: University of Minnesota Press, 2016

título: Dark Deleuze
ISBN:  978-65-80421-06-0

série: acontecências
ano: maio de 2020
páginas: 160

R$ 43,00 

leia um trecho do livro: Índice e a Introdução 

descrição

Gilles Deleuze é considerado um pensador de declarações jubilantes e rizomáticas. Neste livro, no entanto, demonstra-se que esse "cânone da alegria", que no passado parecia ser radical, atualmente perdeu sua resistência própria. O autor investiga uma rede oculta de referências à conspiração, crueldade, terror ao exterior e a vergonha de ser um ser humano para reinterpretar e reavivar a oposição de Deleuze a tudo o que é intolerável neste mundo: o próprio mundo. Andrew Culp define seu projeto como uma crítica sem concessões ao “cânone da felicidade que celebra Deleuze de maneira naïf como um pensador afirmativo da conectividade". Interpretações alegres se concentram na liberação de fluxos, no devir e na transversalidade, em rizomas e cismas, mas na realidade tudo o que podem fazer é repetir a linguagem da revolução molecular quando, como aponta Tiqqun, "a revolução foi molecular e a contrarrevolução também". O argumento é que a tese de conectividade do Google tipifica uma abordagem popular às redes que contribui ainda mais para uma cultura de felicidade obrigatória, por um controle descentralizado e pela impassível superexposição.

trecho

entrevista

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prefácio

autor

Andrew Culp é professor no Whitman College. Especializado em teorias cultural-comunicativas do poder, política das mídias emergentes e respostas de gênero à urbanização. Seu trabalho aparece em revistas e publicações como Radical Philosophy, Angelaki, Affinities e outras. Sua pesquisa se caracteriza por unir pessimismo à rede, teoria radical e pensamento político. Costuma teorizar os efeitos ambivalentes da cultura de rede, desde o movimento antiglobalização até a monetização das relações sociais da economia compartilhada na web. Atualmente está desenvolvendo seu próximo livro, Imperceptibility: the politics of the unseen, a ser publicado pela University of Minnesota Press entre 2020 e 2021, no qual examina a atual política da recusa, concentrando-se para isso em figuras de fugitividade, opacidade e anonimato, a fim de demonstrar o poder e a necessidade da invisibilidade como estratégia e prática revolucionária contemporânea. 

série

#Acontecências

Contra a normalidade, um símbolo gráfico geométrico sintetiza uma letra, rodeado pelas informações que indiciam o cerne do livro. Esta série ergue da filosofia-política o ato revolucionário de imaginar mundos, de tornar uma experiência acontecimento. Por isso, será necessário lidar com as contradições, ingenuidades e arrogâncias do desejo comunitário radical. Logo, há de desesperarmos os possíveis da impotência!

 

DESESPERAR NOSSA IMPOTÊNCIA​

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