publicações

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em vista de uma prática ready-made, claire fontaine

claire fontaine é um coletivo de arte de Paris, criado em 2004, formado pela italiana fulvia carnevale e pelo inglês james thornhill. a prática de claire fontaine se caracteriza como interrogação e reflexão constantes sobre a impotência política e a crise da singularidade do sujeito, que aparentemente definem, aos seus olhos, a arte contemporânea atual. se o artista da atualidade é o equivalente subjetivo de um urinol ou de uma caixa Brillo - tão descolocado, tão privado de valor de uso e tão trocável quanto os produtos que produz - a perspectiva que lhe sobra é única, a greve humana.

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colônia, gustavo colombini

publicação da dramaturgia integral da peça homônima, que teve direção de vinicius arneiro e atuação de renato livera. em um monólogo-conferência, um sujeito se esforça para descolonizar tanto sua forma de pensar quanto o próprio pensamento, enquanto conceito universal. por meio de inúmeras relações tecidas no exercício linguístico e de desconstrução do pensar, o narrador-personagem nos leva ao absurdo, ao mesmo tempo que nos emociona com a palpabilidade de suas palavras.

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isto não é um programa: órgão de ligação no seio do partido imaginário, tiqqun

o livro parte de uma análise das lutas autonomistas italianas dos anos 1970, opondo o "rastejante" Maio de 77 em Roma ao "triunfante" Maio de 68 parisiense, para lançar as bases de uma teoria política voltada para a ação/transformação radical do mundo existente. seus diálogos críticos com a filosofia política abarcam um amplo espectro, que vai do movimento Okupa a giorgio agamben, de georges bataille à autonomia, de michel foucault à Internacional Situacionista.

4.Capa_Império_e_Anonimato,_Org._Cidadão

império e anonimato: imaginação radical do presente, Cidadãos,VoltemPraCasa#1

é um livro voltado ao debate filosófico e pratica acerca das proposições subjetivas e insurrecionarias de tiqqun, comitê invisível e outros anônimos. ele surge com a primeira edição do seminário Cidadãos, Voltem Pra Casa!, organizado pela GLAC edições. o livro engloba os textos escritos pelos palestrantes, outros inéditos destes autoproclamados não-autores, além de textos de terceiros que contextualizam seus escritos e práticas no tempo e espaço das lutas anti-capitalistas globais. participações de: roberto winter, peter pál pelbart, giorgio agamben, miguel carmo, denise algures, leonardo araujo beserra, Tiqqun, Comitê Invisível, 9 de Tarnac, duarte ferrín, abigail campos leal e nathalia colli.

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chamada: imaginação radical do presente, anônimos

coletânea de textos anônimos que se caracterizam por fazerem chamados universais à comunização. com a premissa de tornar presente o comunismo subjetivo e político na organização autônoma de grupos de pessoas, seus textos (Ai ferri corti, aparecido em 1998 na itália; Appel, surgido na frança em 2003; Hello, distribuído nos EUA em 2013; e How to start a fire em 2015) trazem à tona a grande influência da revista francesa Tiqqun e do desejo revolucionário que se espalhou pelo mundo pós anos 2000, ou seja, após as conhecidas lutas altermundialista. participações com epílogo, introduções, debates e prelúdio: amador fernández-savater, ignacio castro rey, javier turnes, gilles dauvé, karl nesic, critila e Facção Fictícia.

 

autores

claire fontaine

a claire fontaine é um coletivo de arte de Paris, criado em 2004, formado pela italiana fulvia carnevale e pelo inglês james thornhill. a autora furtou o seu nome de uma marca popular de cadernos escolares e diante disso declarou-se um artista ready-made. a prática de claire fontaine se caracteriza como interrogação e reflexão constantes sobre a impotência política e a crise da singularidade do sujeito, que aparentemente definem, aos seus olhos, a arte contemporânea hoje. se o artista da atualidade é o equivalente subjetivo de um urinol ou de uma caixa Brillo - tão descolocado, tão privado de valor de uso e tão trocável quanto os produtos que produz - a perspectiva que lhe sobra é única, a greve humana.

gustavo colombini

dramaturgo e diretor teatral formado pela Universidade de São Paulo (ECA-USP). é autor das peças O silêncio depois da chuva, com direção de leonardo moreira, indicada ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, na categoria de Melhor Autor e Colônia, com direção de vinicius arneiro. integrante e co-fundador do grupo artístico cinza. recentemente lançou o livro Colônia, dramaturgia completa da peça homônima em circulação, publicado em abril de 2019 pela GLAC edições.

Tiqqun

foi uma revista francesa dedicada a “exercícios de metafísica crítica”, autodesignada “órgão consciente do Partido Imaginário” em 1999, período de sua primeira publicação, e posteriormente como órgão de ligação no seio do Partido Imaginário em 2001, momento de sua última aparição enquanto material difundido sob a insígnia que dá luz ao termo judaico tikkun, significado de redenção e restituição espiritual. os mais de 30 textos publicados autonomamente sob Tiqqun, tiveram larga distribuição e vieram a obter reconhecimento mundial após alguns supostos membros do comitê invisível, órgão de realização da teoria da revista, serem acusados no “caso Tarnac”.

roberto winter

artista e pesquisador, integrante do grupo de editores da revista dazibao, participante da coletânea império e anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

peter pál pelbart

filósofo e escritor, professor da PUC-SP, editor da N-1 Edições, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

giorgio agamben

filósofo e escritor italiano participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

miguel carmo

doutorando em agroecologia e história cultural portuguesa, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

denise algures

poeta e feminista, produtora audiovisual, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

leonardo araujo beserra

escritor e curador de arte contemporânea, editor da GLAC edições, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1

9 de Tarnac

o “caso Tarnac” surge por conta de uma sabotagem das linhas de TGV em 8 de novembro de 2008, quando julien coupat e outros oito foram presos pela polícia antiterrorista francesa e colocados sob custódia. Além disso, foram acusado de ter escrito o livro A insurreição que vem, primeiro texto de comitê invisível, publicado em 2007 pela la fabrique editions.

duarte ferrín

escritor e jornalista galego, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

abigail campos leal

ativista literária, mestre em filosofia pela UFRJ e poeta, organizadora do Slam Marginália, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1. atualmente está preparando "Aqueerlombamentos: deserção de gênero, neocolonialismo y guerra social no Brasil  contemporâneo", livro de ensaios a ser publicado pela GLAC edições em 2020.

nathalia colli

militantes anticapitalista, professora e editora do ZineZona, participante da coletânea Império e Anonimato: materiais preliminares às insurreições, org. Cidadãos, Voltem Pra Casa! #1.

amador fernández-savater

escritor e filósofo espanhol, editor da Acuarela Libros, participante da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos.

ignacio castro rey

escritor, filósofo e critico de arte espanhol participante da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos.

javier turnes

profesor de filosofia no IES Fernando Blanco de Cee, na Costa da Morte e músico, participante da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos.

karl nesic

falecido teórico político francês, que mantinha junto a gilles dauvé o site Troploin, e participante da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos.

critila

autor anônimo norte americano, que publicou regularmente na revista The Anvil. é participante da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos.

Facção Fictícia

grupo anônimo de escritores e auto publicadores anarquistas brasileiros surgido em meio as manifestações de junho de 2013 que vem anualmente traduzindo, republicando e escrevendo programas políticos e analises de conjuntura social. participa da coletânea Chamada: imaginação radical do presente, de textos anônimos, e atualmente está preparando o livro Um chamado à guerra nômade: leituras para incendiar um país, a ser publicado em GLAC edições entre setembro e outubro de 2019.

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